Terminaram os dois percursos Alpha da Unidade Pastoral. Os dois percursos seguintes vão começar a 20 de fevereiro. Os participantes do percurso Alpha teceram laços de grande amizade uns com os outros, além da experiência da fé que fizeram. Quando o Alpha está na reta final muitos começam a perguntar: E agora? Que vamos fazer depois do Alpha?.
É uma boa pergunta que o povo de Jerusalém e de outras latitudes perguntou a Pedro, depois do seu discurso no dia de Pentecostes. Ele anunciou-lhes que o que estava a acontecer era a realização das promessas de Deus e anunciou-lhes os fundamentos da fé cristã, o Querigma. O Alpha desenvolve este anúncio contido na pregação de Pedro.
No final desta pregação, S. Lucas, autor dos Atos dos Apóstolos, apresenta a vida das pequenas comunidades cristãs dizendo: «Eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fração do pão e às orações. (…) Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum (…) partiam o pão em suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e tinham a simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava todos os dias o número dos que tinham entrado no caminho da salvação.» At 2,42-47.
A proposta que fazemos é entrarem numa célula onde vão aprender a viver todos estes aspetos e a converterem-se mais, dia a dia, ao Senhor, para serem seus discípulos. E praticamente todos decidiram entrar numa célula, fazendo a aumentar o seu número. Em S. José foram formadas mais duas e em S. João Baptista uma.
No entanto, para entrar numa célula não é necessário fazer o Alpha. Se uma pessoa quer caminhar na fé apoiada por um grupo pode aderir a um desses pequenos grupos. Que também, entre nós, o Senhor aumente todos os dias os que entram no caminho da salvação. A tarefa que Jesus deu à sua Igreja, no final da sua vida, foi: «Ide por todo o mundo e fazei discípulos que me sigam ensinando-os a cumprir tudo quanto vos mandei.» É isso que, com o novo Plano Pastoral para oito anos, tentamos levar à prática.




